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Como entrar na University of Tokyo (Todai)

Estudar na Ásia

Todai a partir de Portugal: dois caminhos — General Examination (EJU + 2.ª fase em japonês) e PEAK (Programs in English at Komaba, licenciatura em inglês). Prazos, GLP, MEXT, avaliação realista das hipóteses de um candidato português.

Akamon, o portão vermelho da University of Tokyo, campus de Hongo

Lead image: Wikimedia Commons

Se estás a ler este artigo e a pensar: “vou tentar fazer o EJU em japonês em fevereiro de 2027” — para um momento. Para a esmagadora maioria dos candidatos portugueses, o único caminho realista para a University of Tokyo não passa pelo japonês. Passa pelo PEAK (Programs in English at Komaba) — uma licenciatura em inglês a que te candidatas tal como a um liberal arts college americano: SAT/ACT, TOEFL, ensaios, recomendações, prazo em dezembro. É este o ponto de partida deste guia e um dos dois caminhos de admissão que funcionam em paralelo na Todai, que nunca devem ser confundidos.

O segundo caminho — a General Examination — é a admissão japonesa clássica, através da qual a Todai filtra 90% dos seus estudantes. Dois exames: o EJU (Examination for Japanese University Admission, organizado pela JASSO) em junho ou novembro, e a 2nd stage examination da Todai em fevereiro/março. Tudo em japonês, com JLPT N1 exigido na prática. É um caminho teoricamente aberto a qualquer pessoa, mas que só fica realmente acessível após dois ou três anos de estudo intensivo da língua. Para um português que não terminou o secundário com um certificado N2/N1 — é um plano repartido por vários anos, não por um único ciclo de candidatura.

Este artigo decompõe ambos os caminhos nos seus elementos essenciais, acrescenta o GLP (Global Leadership Program) como camada adicional para estudantes já admitidos, e a bolsa MEXT como um terceiro canal, menos óbvio — em que o exame de seleção é feito em Lisboa, na Embaixada do Japão, e a bolsa cobre a totalidade dos custos. Se procuras uma perspetiva mais ampla sobre a universidade — segue para o guia pilar sobre a Todai. Se estás a comparar a Todai com outras universidades japonesas de topo — lê também Kyoto University (Kyodai) e Osaka University.

PEAK vs General Examination — comparação rápida

PEAK (em inglês)

LínguaInglês
Teste de admissãoSAT/ACT ou IB
Língua exigidaTOEFL 80+ / IELTS 6,5+
Prazoinício de dezembro
Início dos estudossetembro
Lugares/ano~30 globalmente
Taxa de aceitação~25–30%

General Examination

LínguaJaponês
Teste de admissãoEJU + 2nd stage Todai
Língua exigidaJLPT N1 (de facto)
Prazo de candidaturajaneiro–fevereiro
Início dos estudosabril
Lugares/ano~3 000 (toda a universidade)
Taxa de aceitação~34% após o EJU

O que é o PEAK e por que razão é o caminho para a maioria dos portugueses?

PEAK é a sigla de Programs in English at Komaba — uma licenciatura de quatro anos oferecida pelo College of Arts and Sciences no campus de Komaba (zona ocidental de Tóquio). Nasceu em 2012 como resposta da Todai à tendência global de internacionalização do ensino superior e foi o primeiro programa de licenciatura em inglês na história da universidade. Estudas numa turma internacional (~30 pessoas por ano), com docentes que lecionam em inglês, segundo um modelo de liberal arts: os primeiros dois anos são um tronco comum (Junior Division), os dois seguintes são de especialização (Senior Division) num de dois percursos.

Os dois percursos do PEAK são o International Program on Japan in East Asia (humanidades e ciências sociais — história da região, política, cultura, economia da Ásia Oriental) e o International Program on Environmental Sciences (ciências da terra, ecologia, clima, desenvolvimento sustentável). O primeiro encaixa num candidato português interessado na Ásia, na diplomacia, no jornalismo internacional ou nos think tanks. O segundo — em pessoas com vocação para STEM, mas que querem trabalhar no cruzamento entre a ciência e a política climática.

A seleção do PEAK assemelha-se à admissão holística americana: entregas o certificado de conclusão do secundário (o certificado português chega), o resultado do SAT ou do ACT (preferencialmente 1400+, embora nem sempre formalmente exigido), TOEFL iBT mín. 80 ou IELTS mín. 6,5, dois ensaios (um sobre a motivação para estudar no Japão, outro temático para o percurso escolhido) e uma carta de recomendação de um professor. Os melhores candidatos são convidados para uma entrevista online (~30 min, dois professores de Komaba). A decisão sai no final de janeiro.

Números? A Todai não publica oficialmente estatísticas do PEAK, mas, com base nos comunicados de Komaba e em dados históricos, estima-se que se candidatem 100 a 150 pessoas por ano, das quais são admitidas cerca de 30 — o que resulta numa taxa de aceitação na ordem dos 25–30%. É muito mais alta do que nas universidades americanas de topo (Harvard ~3%, Stanford ~4%), mas mais baixa do que na maioria das públicas europeias (TU Delft ~70%). Os estudantes portugueses no PEAK são, historicamente, casos isolados — não por causa de uma barreira de admissão, mas porque o Japão como destino de estudos é um nicho no ensino português.

Como funciona a General Examination e quando faz sentido para um candidato português?

A General Examination é a admissão japonesa padrão, pela qual passam 90% dos estudantes da Todai — incluindo a esmagadora maioria dos estrangeiros vindos da China, da Coreia e de Taiwan. O caminho parece simples: passa no EJU, passa na 2nd stage examination, tens lugar. Na prática, cada uma destas etapas é um filtro duro.

O EJU (Examination for Japanese University Admission) é um exame organizado pela JASSO (Japan Student Services Organization), realizado duas vezes por ano — em junho e em novembro — em 18 cidades do Japão e em algumas no estrangeiro. Portugal não é um centro de exame do EJU, pelo que a maioria dos candidatos o presta já no Japão. Tem quatro secções: Japanese as a Foreign Language (japonês, ~125 min), matemática (curso 1 para humanidades / curso 2 para ciências, 80 min), ciências da natureza (física/química/biologia, 80 min) ou Japan and the World (geografia, história, economia, 80 min) — conforme o curso. Tudo em japonês, exceto a versão inglesa de matemática e ciências (mas a Todai exige a japonesa para a maioria dos cursos).

A 2nd stage examination é o exame interno da Todai, com dois dias de duração, escrito em fevereiro/março nos campi de Komaba ou Hongo. Para o science track (cursos técnicos, medicina, ciências exatas): matemática, física, química, biologia, língua japonesa, inglês. Para o humanities track: matemática, japonês, geografia/história, língua estrangeira. Os pontos do EJU e da 2nd stage são combinados segundo um peso que depende da faculdade — em medicina a 2nd stage pesa 70%, em literatura 50%.

Para um candidato português, o caminho realista da General Examination exige: dois a três anos de estudo de japonês (de zero a N1 são em média 2 200 horas de estudo segundo a Japan Foundation), uma estadia no Japão ao nível de uma language school ou um semestre num liceu japonês, preparação para o EJU (cursos juku em Tóquio, programas online como Tofugu, Tokyo Academics), e bons conhecimentos de matemática ao nível do secundário japonês (que costuma ser mais intensivo do que o programa português). É um plano para vários anos, geralmente concretizado através de um gap year no Japão. Só faz sentido se souberes a 100% que queres estudar em japonês — por exemplo, para cursos que o PEAK não abrange (medicina, direito, engenharia mecânica).

Calendário de admissão 2026/27 — três caminhos em paralelo

Maio–Junho 2026

Candidatura MEXT (Embaixada PT)
EJU sessão de junho

Julho–Agosto 2026

Exame de seleção MEXT
Entrevista na Embaixada

Setembro 2026

Abertura das candidaturas PEAK
Inscrição EJU de novembro

Outubro–Novembro 2026

Escrita dos ensaios PEAK
EJU sessão de novembro

Dezembro 2026

Prazo PEAK
Decisão MEXT

Janeiro–Março 2027

Entrevista PEAK + decisão
Candidatura Todai + 2nd stage
■ PEAK■ General Examination■ MEXT

O que é o GLP — Global Leadership Program — e como conquistá-lo?

O GLP (Global Leadership Program), também conhecido pelo nome GEfIL (Global Education for Innovation and Leadership), não é um regime de admissão separado na Todai. É uma camada programática de dois anos para estudantes já admitidos — ativada no terceiro e quarto ano da licenciatura. A candidatura é interna, no segundo ano, e entram no programa cerca de 30–40 pessoas por ano de uma população anual de ~3 000 estudantes.

O que recebes no GLP? Em primeiro lugar: seminários adicionais em inglês — interdisciplinares, conduzidos por professores de topo da Todai e por visiting scholars de Harvard, Yale e Cambridge. Em segundo lugar: um programa de estágios (agências governamentais japonesas, empresas como a Mitsubishi ou a Sony, organizações internacionais — ONU, Banco Mundial). Em terceiro lugar: financiamento de mobilidades no estrangeiro. Em quarto lugar: o certificado GEfIL anexado ao diploma — uma distinção oficial no certificado final.

A seleção do GLP decorre em março do segundo ano: candidatura, ensaios (em inglês), entrevista com um comité de professores. Critérios: resultado académico (média do primeiro ano), domínio do inglês (de facto exigido TOEFL 100+ ou nível nativo), uma ideia para o teu próprio percurso global. Os estudantes do PEAK estão sobrerrepresentados no GLP — porque já trazem o inglês de série — mas não têm entrada automática. Para um candidato português, o GLP é um caminho particularmente atraente, porque aumenta o reconhecimento do diploma fora do Japão — onde o próprio diploma da Todai chega a ser confundido com o de universidades asiáticas menos prestigiadas.

Como candidatar-se à bolsa MEXT a partir de Portugal?

A MEXT (Monbukagakusho — o ministério da educação japonês) é a bolsa de referência do governo japonês, distribuída através das embaixadas. Em Portugal, a candidatura decorre através da Embaixada do Japão em Lisboa. Há três regimes principais para estudantes portugueses: Undergraduate (para alunos do secundário e recém-finalistas), Research (para licenciados que aspiram a um MSc/PhD na Todai) e Specialized Training College (cursos profissionais — menos escolhidos).

O que cobre a MEXT? As propinas (na totalidade — os 535 800 JPY/ano desaparecem), o bilhete de avião de ida e volta (Lisboa–Tóquio), um subsídio de subsistência de 117 000 JPY/mês (~710 €/mês à taxa de ~165 JPY/€) e o seguro básico de saúde. Na prática, isto significa que os estudos na Todai com a MEXT são gratuitos para um estudante português, e o subsídio de subsistência cobre integralmente um orçamento modesto em Tóquio (residência de Komaba/Mitaka, refeições na cantina universitária, deslocações na Yamanote Line). Os estudantes da MEXT têm, no entanto, de fazer primeiro um ano preparatório de japonês (na Tokyo University of Foreign Studies ou na Osaka University), a menos que já tenham um N1 confirmado — o que estende os estudos de 4 para 5 anos.

Calendário da candidatura MEXT 2026: anúncio do concurso em maio de 2026, submissão de documentos até ao final de junho de 2026, exame escrito (matemática, ciências exatas ou humanidades, japonês, inglês) no início de julho na Embaixada em Lisboa, entrevista no final de julho, recomendação da Embaixada em agosto, decisão da MEXT em Tóquio em dezembro, início dos estudos em abril de 2027 (com o ano preparatório de japonês) ou em outubro de 2027. O número de lugares para portugueses é muito reduzido em cada ano, para o conjunto de todos os regimes — a seleção é estreita, mas a experiência mostra que candidatos com bons resultados nos Exames Nacionais (matemática + duas disciplinas de área) e conhecimentos de japonês ainda que ao nível N3 têm hipóteses reais.

Quais são os requisitos linguísticos — inglês, japonês, português?

Para o PEAK os requisitos linguísticos são inequívocos: TOEFL iBT mín. 80 ou IELTS mín. 6,5 (academic). Os falantes nativos de inglês estão dispensados do teste, mas um candidato português — mesmo de uma escola bilingue — tem de apresentar um resultado. Não há exigência de conhecimento de japonês para o PEAK (embora a Todai ofereça cursos gratuitos de japonês aos estudantes do PEAK a partir do primeiro ano — a maioria frequenta-os). Um certificado linguístico português (FCE/CAE, o exame de inglês do secundário) não substitui o TOEFL/IELTS.

Para a General Examination o nível de japonês nunca está formalmente inscrito como “JLPT N1”, mas é o patamar exigido de facto, porque todo o percurso de estudos (aulas, manuais, trabalhos escritos, exames) decorre em japonês. O típico estudante da General Examination vindo do estrangeiro tem o N1 feito antes da candidatura ou durante o primeiro ano preparatório. O EJU mede o japonês em separado (secção Japanese as a Foreign Language), e a Todai espera um resultado de 300+ em 400 para os candidatos aos cursos de topo (medicina, direito, economia).

O português como língua materna não influencia a admissão na Todai — a universidade não diferencia os estrangeiros por país de origem. Todos os documentos (certificado, registo de notas) têm de ser traduzidos por um tradutor certificado para inglês (no PEAK) ou japonês (na General Examination). As traduções com apostila em inglês são aceites pela Todai sem verificação consular adicional.

Quais são as hipóteses reais de um candidato português na Todai?

Brutalmente honesto: o PEAK é uma opção real, a General Examination é um plano de 3+ anos, a MEXT é uma lotaria com valor esperado positivo.

No PEAK, um candidato português com um perfil académico forte (excelentes resultados em 4 Exames Nacionais com média de 90%+, SAT 1450+ ou IB 38+, TOEFL 100+, um ensaio autêntico sobre a motivação para estudar no Japão) tem hipóteses na ordem dos 30–40% — ou seja, acima da média do conjunto de candidaturas, porque os candidatos da Europa Ocidental e de Portugal são raros nesse conjunto, e o comité do PEAK procura ativamente diversidade geográfica. Os perfis mais fracos (resultados no patamar dos 70%, sem SAT, com a motivação “porque o Japão é fixe”) caem no primeiro crivo de documentos.

Na General Examination, um candidato português sem conhecimento prévio de japonês praticamente não tem hipóteses no ciclo 2026/27 — é um plano para 2027/28 ou 2028/29, depois de um ano preparatório em Tóquio (por exemplo, ISI Language School, Naganuma School). Com japonês ao nível N2 e um resultado de EJU de ~280/400 as hipóteses são moderadas; com N1 e 320+ — altas para a maioria dos cursos, exceto medicina.

MEXT undergraduate para portugueses: o número de candidaturas anuais à Embaixada é pequeno, e são atribuídas muito poucas bolsas, repartidas entre undergraduate e research. Decidem os resultados do exame escrito (a matemática e as ciências exatas são especialmente ponderadas para o science track) e a entrevista — a Embaixada procura pessoas com um plano de investigação (research) ou com um interesse autêntico pelo Japão (undergraduate), e não um vago “quero conhecer a Ásia”. Os medalhados das olimpíadas de ciência portuguesas (Olimpíadas Portuguesas de Matemática, Olimpíadas de Física) costumam ter o perfil mais competitivo neste exame.

Valor do diploma da Todai em Portugal e na Europa: inferior a Oxford ou ETH Zurich, mas superior ao da maioria das universidades públicas da Europa continental não anglo-saxónica. Para empregadores do setor tecnológico e da engenharia, um diploma da Todai é um sinal imediato de competência. Para a academia — a Todai é globalmente reconhecida (QS #28) e um diplomado tem hipóteses reais de fazer um PhD nos EUA ou na Europa.

Custo anual dos estudos na Todai (EUR, taxa ~165 JPY/€)

RubricaJPYEUR
Propinas535 800~3 250 €
Taxa de matrícula (única)282 000~1 710 €
Taxa de candidatura PEAK~17 000~105 €
Residência / alojamento (12 meses)600 000–840 000~3 650–5 100 €
Alimentação + transporte (12 meses)600 000–840 000~3 650–5 100 €
Total do primeiro ano~2 035 000–2 515 000~12 350–15 250 €
Com bolsa MEXT00 € (+ ~710 €/mês)
Fonte: u-tokyo.ac.jp/students/financial-support/tuition + JASSO. Taxa JPY-EUR ~165 JPY/€ (abril de 2026; a média anual oscila entre ~155 e ~175 JPY/€).

Que documentos é preciso preparar e por que ordem?

Independentemente do caminho, o dossiê mínimo de candidatura à Todai é: certificado de conclusão do secundário com apostila, registo de notas do secundário (3 anos), cópia do passaporte, carta de recomendação (1 para o PEAK, 0–1 para a General Examination — a Todai dá mais peso aos exames do que às recomendações), fotografia tipo passe.

Para o PEAK acrescentam-se: o SAT ou ACT score report (preferencialmente SAT 1400+, com especial ênfase na secção de Math para o Environmental Sciences track), TOEFL iBT ou IELTS Academic (score report oficial do ETS ou do British Council, enviado diretamente à Todai), dois ensaios (de 600–800 palavras cada — tema 1: Why Tokyo, tema 2: um dos temas escolhidos pela faculdade), uma short writing sample ou research proposal (opcional para Environmental Sciences). A candidatura é submetida online através do portal PEAK da Todai, com uma taxa de cerca de 17 000 JPY (~105 €).

Para a General Examination acrescentam-se: o resultado do EJU (a Todai obtém-no diretamente da JASSO, não envias papel), o resultado do JLPT (recomendado N1, embora formalmente inscrito como “suficiente para os estudos”), comprovativo de estadia no Japão (se te candidatares pela via de visto numa escola de língua japonesa), e o formulário de escolha da 2nd stage examination. Algumas faculdades (medicina, direito, agronomia) exigem documentos adicionais — verifica na página da faculdade específica.

Para a MEXT a lista é a mais longa: todos os documentos da Todai, mais o formulário de candidatura da Embaixada do Japão, o atestado médico nos impressos da Embaixada (consulta no médico de família), 6 fotografias tipo passe, cópia do certificado do secundário (se já emitido — caso contrário, uma declaração da escola sobre a data prevista de conclusão), CV em inglês, plano de estudos (300–500 palavras em inglês — o que queres estudar e porquê). Todos os documentos são entregues presencialmente ou por correio à Embaixada em Lisboa.

Verifica o teu próprio percurso à luz dos requisitos japoneses — na nossa calculadora de GPA convertes a escala portuguesa de 0–20 (ou as classificações dos Exames Nacionais) na GPA de 4 pontos usada na comunicação com a Todai. A maioria dos candidatos portugueses ao PEAK situa-se no intervalo 3,5–4,0/4,0 de GPA — um patamar competitivo.

Fontes

Artigo baseado nos documentos oficiais da The University of Tokyo (u-tokyo.ac.jp/admissions, secções PEAK e Undergraduate), no regulamento do EJU da JASSO, na documentação de candidatura à MEXT da Embaixada do Japão em Lisboa e nos comunicados públicos do College of Arts and Sciences de Komaba. Todos os dados relativos a propinas, taxas e prazos referem-se ao ciclo 2026/27 e estão sujeitos a alteração — verifica sempre a versão atual em u-tokyo.ac.jp/en/prospective-students antes de submeter a candidatura. A taxa de câmbio JPY-EUR foi assumida em ~165 JPY/€ (média de abril de 2026); a taxa real no dia do pagamento pode divergir 5 a 10%. A lista completa de fontes — ver o sources no frontmatter acima.

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